As notícias falsas têm o poder de difamar pessoas, prejudicar empresas, espalhar ideologias políticas de modo equivocado e afetar o comportamento de um corpo social

 

Em tradução livre do inglês, o termo significa “notícias falsas”. Na prática, é utilizado para definir boatos e informações imprecisas publicadas, geralmente, na internet. E você sabe como as chamadas fake news podem causar impactos na sua vida? As notícias falsas têm o poder de difamar pessoas, prejudicar empresas, espalhar ideologias políticas de modo equivocado e afetar o comportamento de um corpo social.

Mas o mais relevante dos impactos, sem dúvida, é a proliferação desenfreada de mentiras, acelerando o processo da desinformação, o que certamente prejudica a formação do pensamento crítico e indo na contramão do jornalismo sério, que pressupõe a apuração dos fatos e a dedicação à informação real e consistente.

Um estudo realizado pelo instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT), apontou que as notícias falsas se espalham 70% mais rápido que as verdadeiras. Você sabe por quê? A falta de interesse da sociedade perante a veracidade dessas informações é a principal causa. Muitos não se preocupam com a fonte da informação e são induzidos a compartilhar o conteúdo, gerando como consequência o maior alcance da notícia, inserindo mais pessoas nesse meio.

Espalhar notícias falsas virou um grande negócio. No meio midiático, em alguns casos, a necessidade de engajar a audiência é um fator que colabora para a disseminação de fake news, já que o retorno financeiro dos cliques impulsiona a notícia.  Neste contexto, a busca pela atenção das pessoas é colocada acima de valores éticos e morais.

 E como identificar fake news? Consulte a fonte da notícia. Em meios de comunicação mais sérios, informações como dados e estatísticas vêm atreladas a um instituto de pesquisa confiável. E como podemos impedir fake news? Primeiro, identificando e, na sequência, não repassando o conteúdo.

É importante que o Governo Federal realize campanhas para o esclarecimento da população e adote políticas públicas de alfabetização midiática e informacional e a promoção de práticas digitais, como o “fomento à produção de conteúdos positivos e contra-narrativas que engajem a sociedade num debate mais qualificado balizado pelo respeito aos direitos humanos e aos princípios de pluralidade e diversidade, conforme recomenda a Unesco”.

Na Câmara, mais de 50 projetos tramitam sobre o tema.  Nós, do Republicanos, temos o compromisso com a verdade e, por isso, temos proposições com essa temática em apreciação na Casa. Vamos juntos lutar contra a disseminação de fake news!

 

*Maria Rosas é deputada federal pelo Republicanos São Paulo e secretária estadual do Mulheres Republicanas SP

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