“O Profut é uma medida emergencial e vem em hora oportuna, principalmente para os times que possuem grandes patrimônios. Em contrapartida, é necessário que sejam analisados os times que tem menos recursos, que não podem aderir e pagar na mesma proporção que pagam os times maiores. Por meio do deputado Roberto Alves, tentamos trazer uma proposta concreta ao ministro, para que os times que possuem receita líquida menor sejam analisados de forma diferente neste primeiro momento para que mais para a frente possam aderir ao Profut”, explicou o presidente Horley Senna.
Para o deputado Roberto Alves, diversas equipes se beneficiariam de uma medida semelhante a essa para quitar suas dívidas. “A reunião foi muito produtiva. É muito importante que haja uma negociação, um parcelamento, não apenas para o Guarani, mas para mais de 50 clubes só no estado de São Paulo que também passam pela mesma situação. Os clubes não querem ficar devendo, eles querem pagar, mas eles precisam que haja melhores condições de financiamento, que cabem no orçamento deles”, afirmou.
O ministro George Hilton se dispôs a analisar as sugestões do presidente do Guarani. Segundo ele, os times podem ser de menor expressão, mas de grande importância para a formação de atletas e celeiros de jogadores no Brasil. “Sem dúvida vamos estudar com atenção o financiamento dos times que possuem uma arrecadação anual menor. O Profut já atingiu 111 entidades, mas queremos chegar a todos os clubes brasileiros”, garantiu.
Texto e foto: Ascom – Deputado federal Roberto Alves