Maioria silenciosa

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Mais um desfile de um carnaval hedonista fora de época teve lugar em São Paulo. O clima não ajudou muito, pois uma chuva fina parece que esfriou os hormônios dos foliões da festividade gay. Segundo o Datafolha, menos de 200 mil compareceram. Foi menor que no ano passado.Personalidades conhecidas compareceram para demonstrar alinhamento político à causa. Um político militante, como animador de audiência, gritava palavras de ordem como: “Fora o fundamentalismo religioso. Nós somos muitos, não somos fracos.”
Os muitos mencionados pelo animador podem fazer ruído, porque a maioria silenciosa quer mesmo é melhorar a própria vida, cuidar da família e ver os filhos progredirem. A maioria silenciosa pouco se importa com quem beija quem. Não é crime, para a nova elite gaysista, rotular cristãos de fundamentalistas.Porém, quem não concorda com a sua ética é acusado de homofobia.
Sabemos que desde sempre a sociedade é divida em duas classes: A classe que governa e a classe que é governada. A maioria silenciosa vê os acontecimentos e ouve os ruídos. Por enquanto, a minoria barulhenta é quem vai cumprindo o papel da classe governante. A nova elite gayzista vai formando e difundindo opiniões que servem de referência para os demais membros da sociedade. Hoje, elas ainda podem chamar a população cristã de fundamentalista. Mas se consideram tolerantes mesmo quando acusam de homofobia aqueles que não concordam com a sua ética. “… a maioria silenciosa cristã tem história de resistência em favor de causas da liberdade, da família e da comunidade.”
A patrulha do politicamente correto domina todas as redações da imprensa e a universidade. Mas a retórica da opressão do oprimido já não está funcionando, como o último desfile. A maioria silenciosa cristã tem história de resistência em favor de causas da liberdade, da família e da comunidade. Não seremos criminalizados por causa das nossas concepções morais, assim como não pretendemos acusar o comportamento desviante.

Deputado Federal Antonio Bulhões

http://www.deputadoantoniobulhoes.com.br

0 thoughts on “Maioria silenciosa

  1. Thomas Marçal Koppe says:

    Não podemos sair de um extremo de uma sociedade que até uma década atrás não aceitava ainda a homossexualidade e ir para outro em que se busca uma imposição brutal de aceitação aos movimentos de liberdade sexual… Não é porque o Cristão pensa e acredita em algo diferente que ele é preconceituoso… em cada meio social há padrões e normas culturais que devem e merecem ser respeitados… Um não deve prevalecer em detrimento do outro… se não conseguem se apoiar mutuamente em suas crenças e opiniões, então que cada um viva com sua crença e opinião em seu canto… isso se chama liberdade de crença, liberdade de expressão… engraçado como paradigmas sexuais estão entrando em pleno confronto com paradigmas religiosos… Sim, os padrões religiosos via de regra abrangem padrões sexuais… mas eis a questão: porque essa insurgência tão brutal por parte daqueles que optaram por privilegiar seus padrões sexuais? A liberdade de opção sexual é mais importante que a liberdade de crença? Será que teremos que ficar discutindo quem nasceu primeiro? Tipo o ovo e a galinha? Quem veio primeiro na natureza humana, a opção de crença ou a opção sexual? Quem prevalece quando o que se discute é a dignidade da pessoa humana, que é cláusula pétrea e fundamental de nosso ordenamento jurídico? Tanto a liberdade de crença quanto a sexual são elementos intrínsecos para o ser humano. Em breve tanto os cristãos evangélicos quanto os católicos terão que sair às ruas para defender a sua liberdade de crença face à oposição do movimento gay que tem trabalhado arduamente para fazer valer seus direitos em detrimento da liberdade de crença lá no congresso e nas câmaras estaduais e municipais e que buscam fazer valer essa “imposição” velada revestida de uma pseudo pureza de movimento contra a discriminação… Agora, aí vai uma pergunta aos que defendem essa imposição: Se o Estado não pode orientar a crença religiosa, porque deve orientar a sexualidade? Porque cargas d’água querem orientar as crianças sobre sua sexualidade? Orientem, ensinem, eduquem as crianças a combater o bullying que já bastará para que o respeito aos padrões sexuais ou religiosos que cada criança receber em casa prevaleça sempre!

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