Quem mora nas cidades paulistas de Hortolândia, Monte Mor e Vinhedo, e quem passou pela Rua 13 de Maio, no Centro de Campinas, provavelmente viu pessoas vestidas com coletes pretos, estampadas com a palavra ‘SOCORRO’ ao centro, falando com o público, distribuindo panfletos e gibis. Perto deles, um grande balão preto com os dizeres ‘Abuso sexual é crime! Denuncie ao Disque 100’.

Trata-se da Frente Parlamentar Contra o Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e a Adolescentes, que está percorrendo as cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC), com a missão de alertar a população contra o abuso sexual infantil, um crime que atinge pelo menos três crianças a cada hora, segundo o Ministério da Saúde.

Esta frente parlamentar é presidida pelo deputado federal Roberto Alves (Republicanos/SP), que está lutando na Câmara dos Deputados tanto para reforçar a pena contra quem abusa sexualmente de crianças e adolescentes, quanto para apoiar as instituições que atuam na defesa e proteção da infância.

Nas blitze da Frente Parlamentar, a equipe do deputado Roberto Alves conversa com as pessoas e distribui exemplares do gibi Robertinho e Sua Turma – uma revista em quadrinhos que ajuda os pais a conversarem com seus filhos sobre o abuso sexual infantil, ajudando-os a se proteger desse crime que vem acontecendo dentro e fora de casa e também pela internet.

O deputado Roberto Alves explica que a missão da Frente Parlamentar é informar, orientar e prevenir a população. E afirma que a população das cidades paulistas está apoiando a iniciativa. “O tema abuso sexual infantil é pouco falado entre as famílias e entre o público, porque mexe com o passado e os sentimentos de muitas pessoas. A nossa missão é trazer esse assunto à tona, porque, quanto mais falarmos, mais alerta a sociedade estará”, afirma.

De acordo com ele, a meta é levar a blitz da Frente Parlamentar a todos municípios da RMC. Estão confirmados na agenda ações em Paulínia, Indaiatuba e Valinhos. “O nosso trabalho é permanente. Não podemos esquecer das nossas crianças. É dever de todos nós garantir a elas o direito de serem crianças”, afirma Roberto Alves.

Texto e fotos: ASCOM Roberto Alves